Manuel de Brito Camacho

De WEB SISMEDICOS
Ir para: navegação, pesquisa


Manuel de Brito Camacho


Dados biográficos






Nascimento12/02/1862
CidadeAljustrel
Estado
País
Falecimento19/09/1934
CidadeParis
Estado
PaísFrança
Origem familiar
Pai
Mãe
Formação acadêmica
Especialidade principal Médico Militar

Após estudos liceais em Beja, licenciou-se em Medicina pela Escola Médico Cirúrgica de Lisboa. Depois de ter exercido como médico militar, abandonou a Medicina e consagrou-se inteiramente ao jornalismo e à política. Foi figura relevante da República, tendo fundado, em Lisboa (1906), o jornal "A luta", que congregou um grupo importante de intelectuais republicanos. Em 1908 foi eleito parlamentar pela oposição à monarquia. Exerceu posteriormente os cargos de deputado para a Constituinte da República, ministro do Fomento do Governo Provisório, chefe do grupo parlamentar conhecido por camachista (União Republicana) e alto-comissário em Moçambique (1921), onde permaneceu dois anos. Embora, além do jornalismo político, tenha cultivado a ficçºao (Contos ligeiros, s/d, Contos e Sátiras, 1929, Contos Selvagens, 1934, etc.) notabilizou-se sobretudo como cronista e memorialista da sua terra naal, o Alentejo.











Produção intelectual


Conferências: A função social da imprensa. O Alentejo. O Partido Socialista. O que deve ser uma democracia republicana. Livros: um grande “Complot” internacional. Contos ligeiros. Gente vária, Lisboa,1928. Jornadas. Os amores de Latino Coelho. Pretos e brancos. Ao de leve. Por aí fora. A caminho da África, Lisboa, 1923. Terras de Lendas. Gente rústica, Lisboa, 1927. Quadros alentejanos. D. Carlos, íntimo. Nas horas calmas. Contos e sátiras. Moçambique. Lourdes. A linda Emília. De bom humor. Dois crimes. Ferroadas. Gente bóer – aspectos d’África. Impressões de viagem – cartas a um jornalista, Lisboa, 1902. Cenas da vida, Lisboa, 1929. Por cerros e vales, Lisboa, 1931. Rescaldo da Guerra. Questões nacionais. A questão romana. Portugal na guerra. Longe da vista. A reacção. Matéria vaga. Nas horas calmas. Pó da estrada. Quadros alentejanos, Lisboa, 1925.